Psicoterapia Psicanalitica e Psicanalise
Aline C. Rodrigues
As semelhanças e diferenças entre o que se costuma denominar “psicanálise” e “psicoterapia psicanalítica, assim como suas convergências, divergências, tangências e superposições, têm sido muito estudadas e discutidas. Inicialmente, Freud não fazia distinção entre os termos “psicoterapia” e “psicanálise” e empregava-os indistintamente para caracterizar o método de tratamento psicológico que criara.Freqüentemente, empregava a expressão “terapia analítica”, como que estabelecendo uma conexão entre ambas. Posteriormente, os psicanalistas começaram a estabelecer nítidas diferenças, principalmente apoiando a argumentação em fatores externos, como o número mínimo de sessões semanais , o indispensável uso do divã, as interpretações que deveriam enfocar exclusivamente a transferência do paciente com o analista e coisas afins. Dessa maneira, ficaram estabelecidos uma enorme diferença e distanciamento entre terapia de orientação analítica e a psicanálise propriamente dita. Na atualidade, em boa parte pela necessidade de acompanhar as vertiginosas mudanças socioculturais do mundo, essa distância entre elas vem diminuindo sensivelmente, e os aludidos fatores exteriores que serviam de pretexto para uma distinção não mais pesam tanto. O que deve, sim, ser destacado é o fato de que para que um terapeuta possa fazer uma terapia de orientaçã
o psicanalítica (duas ou uma sessão semanal, deixar o uso do divã ao critério do paciente...), ele deve ter uma formação psicanalítica reconhecida como oficial, ou, pelo menos, ter concluído uma formação em alguma entidade reconhecida como idônea e competente na formação de “terapeutas analíticos”. Muitas pesquisas, antigas e recentes, apontam para o fato de que não se consegue precisar com exatidão se o resultado final no paciente é diferente entre uma análise standart {
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10 Junho 2008
Psicoterapia Psicanalitica e Psicanalise
Aline C. Rodrigues
As semelhanças e diferenças entre o que se costuma denominar “psicanálise” e “psicoterapia psicanalítica, assim como suas convergências, divergências, tangências e superposições, têm sido muito estudadas e discutidas. Inicialmente, Freud não fazia distinção entre os termos “psicoterapia” e “psicanálise” e empregava-os indistintamente para caracterizar o método de tratamento psicológico que criara.Freqüentemente, empregava a expressão “terapia analítica”, como que estabelecendo uma conexão entre ambas. Posteriormente, os psicanalistas começaram a estabelecer nítidas diferenças, principalmente apoiando a argumentação em fatores externos, como o número mínimo de sessões semanais , o indispensável uso do divã, as interpretações que deveriam enfocar exclusivamente a transferência do paciente com o analista e coisas afins. Dessa maneira, ficaram estabelecidos uma enorme diferença e distanciamento entre terapia de orientação analítica e a psicanálise propriamente dita. Na atualidade, em boa parte pela necessidade de acompanhar as vertiginosas mudanças socioculturais do mundo, essa distância entre elas vem diminuindo sensivelmente, e os aludidos fatores exteriores que serviam de pretexto para uma distinção não mais pesam tanto. O que deve, sim, ser destacado é o fato de que para que um terapeuta possa fazer uma terapia de orientaçã
, que segue o rigorismo exigido, e o que se costuma denominar como psicoterapia de orientação analítica.
BIBLIOGRAFIA
ZIMERMAN, D. E. Psicanálise em perguntas e respostas: verdades, mitos e tabus. Porto Alegre: Artmed, 2005.
BIBLIOGRAFIA
ZIMERMAN, D. E. Psicanálise em perguntas e respostas: verdades, mitos e tabus. Porto Alegre: Artmed, 2005.
Marcadores: psicanalise, psicoterapia

1 Comentários:
Aline,
Parabens pelo otimo artigo!
Muito objetivo e pertinente.
Um abraço,
Amelie
Por
Brida & Meggie, Às
26 de fevereiro de 2010 20:02
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