<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8141363887246543898</id><updated>2010-02-26T20:02:33.231-03:00</updated><title type='text'>Rodrigues Psicologia.</title><subtitle type='html'>Temas relacionados a psicologia, psicanálise e a saúde em geral.</subtitle><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8141363887246543898/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.rodrigues.psc.br/blog/index.php'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.rodrigues.psc.br/blog/atom.xml'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08125985391515820627</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8141363887246543898.post-8076882940888371120</id><published>2008-06-10T19:18:00.008-03:00</published><updated>2008-06-10T23:04:25.582-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicanalise'/><title type='text'>Psicoterapia Psicanalitica e Psicanalise</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Aline C. Rodrigues&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;As semelhanças e diferenças entre o que se costuma denominar “psicanálise” e “psicoterapia psicanalítica, assim como suas convergências, divergências, tangências e superposições, têm sido muito estudadas e discutidas. Inicialmente, Freud não fazia distinção entre os termos “psicoterapia” e “psicanálise” e empregava-os indistintamente para caracterizar o método de tratamento psicológico que criara.Freqüentemente, empregava a expressão “terapia analítica”, como que estabelecendo uma conexão entre ambas. Posteriormente, os psicanalistas começaram a estabelecer nítidas diferenças, principalmente apoiando a argumentação em fatores externos, como o número mínimo de sessões semanais , o indispensável uso do divã, as interpretações que deveriam enfocar exclusivamente a transferência do paciente com o analista e coisas afins. Dessa maneira, ficaram estabelecidos uma enorme diferença e distanciamento entre terapia de orientação analítica e a psicanálise propriamente dita. Na atualidade, em boa parte pela necessidade de acompanhar as vertiginosas mudanças socioculturais do mundo, essa distância entre elas vem diminuindo sensivelmente, e os aludidos fatores exteriores que serviam de pretexto para uma distinção não mais pesam tanto. O que deve, sim, ser destacado é o fato de que para que um terapeuta possa fazer uma terapia de orientação psicanalítica (duas ou uma sessão semanal, deixar o uso do divã ao critério do paciente...), ele deve ter uma formação psicanalítica reconhecida como oficial, ou, pelo menos, ter concluído uma formação em alguma entidade reconhecida como idônea e competente na formação de “terapeutas analíticos”. Muitas pesquisas, antigas e recentes, apontam para o fato de que não se consegue precisar com exatidão se o resultado final no paciente é diferente entre uma análise standart, que segue o rigorismo exigido, e o que se costuma denominar como psicoterapia de orientação analítica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;ZIMERMAN, D. E. Psicanálise em perguntas e respostas: verdades, mitos e tabus. Porto Alegre: Artmed, 2005.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8141363887246543898-8076882940888371120?l=www.rodrigues.psc.br%2Fblog%2Findex.php' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8141363887246543898/8076882940888371120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8141363887246543898&amp;postID=8076882940888371120&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8141363887246543898/posts/default/8076882940888371120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8141363887246543898/posts/default/8076882940888371120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.rodrigues.psc.br/blog/2008/06/psicoterapia-psicanalitica-e.html' title='Psicoterapia Psicanalitica e Psicanalise'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08125985391515820627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15053126988050902680'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8141363887246543898.post-1150945348164827811</id><published>2007-05-06T10:32:00.000-03:00</published><updated>2007-05-06T14:22:23.066-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicoterapia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contrato'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paciente'/><title type='text'>O Inicio da Psicoterapia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Aline C. Rodrigues&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O início da psicoterapia desperta sentimentos e emoções tanto no paciente como no psicoterapeuta, nesta fase o mais importante é que ambos se conheçam, para que um possa adaptar-se ao estilo do outro. As expectativas do psicoterapeuta não devem intervir no seu trabalho, sua função é criar um clima de confiança e respeito, pois só assim, o paciente falará de seu sofrimento e seus segredos. Esta fase inicial é primordial para o desenvolver da psicoterapia.&lt;br /&gt;É necessário conhecer as reais expectativas do paciente, pois, nem sempre o que o paciente espera da psicoterapia coincide com as reais possibilidades do tratamento. O psicoterapeuta deve esclarecer esse e outros pontos importantes que surgirão principalmente na fase inicial. Também é preciso deixar claro para as pessoas que tem a fantasia de serem modificadas pelo terapeuta, que o envolvimento do paciente é essencial para processo psicoterápico.&lt;br /&gt;O paciente tem que ser aliado do psicoterapeuta, visto que a psicoterapia é um trabalho em conjunto que requer colaboração de ambas as partes. As dúvidas do paciente devem ser sanadas em uma linguagem clara que respeite seu nível intelectual.&lt;br /&gt;“Alguns serviços de psicoterapia estabelecem como rotina, antes do início propriamente dito, uma ou mais entrevistas prévias com o paciente, nas quais são detalhadamente explicados os objetivos e funcionamento do tratamento, o papel do paciente, o que se espera dele, o papel e o comportamento do terapeuta, os resultados possíveis, além de uma estimativa de tempo e duração”.&lt;br /&gt;Na fase inicial da psicoterapia, o contrato terapêutico, o vínculo e a aliança terapêutica, ganham uma atenção especial do psicoterapeuta.&lt;br /&gt;No contrato terapêutico é definido o objetivo da terapia, os custos, as pessoas envolvidas nesta, a freqüência e lugar, horários, as responsabilidades de cada um. O contrato deve ser estabelecido de forma explícita, com isso o paciente já tem uma idéia de como deverá se desenrolar o tratamento.&lt;br /&gt;O contrato na psicoterapia psicanalítica adquiri para o paciente uma forma catártica e pode provocar ansiedade e fantasias, bem como ativar mecanismos de defesa. O psicoterapeuta pode incentivar o insight e trabalhar junto com o paciente habilidades de auto-observação, comunicação e iniciativa nas sessões.&lt;br /&gt;O paciente é informado da importância da honestidade: na comunicação, sentimentos, lembranças e idéias durante a sessão. O psicoterapeuta deve estar atento ao tipo de comunicação de seu paciente e respeitar o nível cultural e intelectual deste.&lt;br /&gt;Partindo do princípio que o paciente é o responsável pela psicoterapia e para ajudá-lo a desenvolver a autonomia a iniciativa na sessão é sempre do paciente, o psicoterapeuta deverá intervir quando perceber dificuldades do paciente para falar e com isso evitar silêncios prolongados.&lt;br /&gt;A formação de vínculo é fundamental para o sucesso da psicoterapia. É importante ter empatia, respeitar e aceitar o paciente, no entanto, este, provavelmente terá um padrão de relacionamento e o repetirá com o psicoterapeuta, por isso, é importante que o psicoterapeuta esteja atento ao tipo de relação que seu paciente está “propondo” e não deixar de considerar as transferências, estando atento as contratransferências.&lt;br /&gt;A formação e manutenção da aliança terapêutica depende principalmente da postura do psicoterapeuta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;CORDIOLI, A.V. Psicoterapias: abordagens atuais. 2.ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8141363887246543898-1150945348164827811?l=www.rodrigues.psc.br%2Fblog%2Findex.php' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8141363887246543898/1150945348164827811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8141363887246543898&amp;postID=1150945348164827811&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8141363887246543898/posts/default/1150945348164827811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8141363887246543898/posts/default/1150945348164827811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.rodrigues.psc.br/blog/2007/05/o-inicio-da-psicoterapia.html' title='O Inicio da Psicoterapia'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08125985391515820627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15053126988050902680'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8141363887246543898.post-2239685858358752720</id><published>2007-04-27T17:06:00.000-03:00</published><updated>2007-05-14T09:42:09.314-03:00</updated><title type='text'>O pai da psicanalise</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.rodrigues.psc.br/blog/uploaded_images/SIGM2-772079.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.rodrigues.psc.br/blog/uploaded_images/SIGM2-772063.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Sigmund Schlomo Freud nasceu as 18:30 horas, do dia 06 de maio de 1856, no n.º 17 da Schlossergasse, em Freiberg, na Moravia (atualmente República Checa). Filho de Jacob Freud, um comerciante de lãs pobre e de sua mulher Amália (vinte anos mais jovem que o marido). Sigmund, seguindo a tradição judaica foi circuncidado em 13 de maio de 1856, uma semana após seu nascimento.&lt;br /&gt;Freud teve vários irmãos. Do primeiro casamento de seu pai nasceram Emanuel, em 1832 e Philipp, em 1836 (meio-irmãos de Sigi). Do terceiro casamento com Amália Nathansohn em 1855, nasceram: Sigmund, Julius (morreu com oito meses), Anna, Rosa, Marie, Adolfine, Paula e Alexander. A mãe de Sigmund Freud casou-se aos vinte e um anos de idade, tendo praticamente a mesma idade dos irmãos mais velhos de Sigi (Emmanuel e Philipp).&lt;br /&gt;Em 1859 os integrantes da família Freud mudaram-se pra Leipzig, na Alemanha e em 1860 seguiram para Viena, onde Sigmund viveu até 1938. Ele estudou medicina, ingressando na Universidade de Viena em 1873 e formando-se em 1881.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;"Pois uma psicanálise não é uma investigação científica imparcial, mas uma medida terapêutica. Sua essência não é provar nada, mas simplesmente alterar alguma coisa....” &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Sigmund Freud.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8141363887246543898-2239685858358752720?l=www.rodrigues.psc.br%2Fblog%2Findex.php' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8141363887246543898/2239685858358752720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8141363887246543898&amp;postID=2239685858358752720&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8141363887246543898/posts/default/2239685858358752720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8141363887246543898/posts/default/2239685858358752720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.rodrigues.psc.br/blog/2007/04/o-pai-da-psicanalise.html' title='O pai da psicanalise'/><author><name>Aline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08125985391515820627</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='15053126988050902680'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry></feed>